Você começa e para? Ou nem consegue começar? Vamos mudar isso juntos!
Sessão terapêutica em grupo com Florais + um presente pra você compartilhar com quem ama.
Oi, meus queridos. Como vocês estão?
Existem duas situações que doem demais — e que a maioria de nós conhece bem:
♡ A sombra de sempre procrastinar.
♡ A dor de começar… e parar no meio do caminho.
E você? Em que parte da sua vida sente mais isso?
→ Na alimentação?
→ Nos exercícios físicos?
→ Em projetos pessoais, estudos, decisões, mudanças?
A verdade é: ninguém procrastina porque quer.
E não, não é falta de força de vontade.
Há muitos fatores — conscientes e inconscientes — por trás desse comportamento.
👉 Traumas antigos.
👉 Influências das pessoas ao redor.
👉 Sabotadores internos que atuam em silêncio.
É claro que vídeos e dicas técnicas ajudam. Mas a verdadeira transformação acontece quando você trata a causa, e não só o sintoma.
🌸 É aqui que os Florais entram — com uma força sutil, mas profunda.
Gentian, por exemplo, é a essência da perseverança. Hornbeam, do ânimo.
E pensando nisso, quero te convidar para uma sessão terapêutica em grupo, ao vivo comigo!
🗓 Quinta-feira, 17 de julho
🕗 Às 20h (horário de Brasília)
📍Online, ao vivo — um encontro com os Florais e com seu Eu Superior
Será uma experiência profunda, onde vamos usar uma técnica exclusiva minha para acessar a frequência vibracional dos Florais e tratar o que realmente te impede de avançar com leveza e constância.
✨ E tem presente!
Ao se inscrever, você ganha uma entrada extra para oferecer a alguém que ama.
Sim! Você traz uma pessoa querida como convidada. Porque transformar junto é ainda mais potente.
As vagas são limitadas e as inscrições vão até 16/07.
Basta solicitar sua participação aqui no site, no menu “fale comigo” e eu te envio todos os detalhes, valor e o link para nossa sala de reunião.
Com carinho,
Dri 🌸
PS: Quer mergulhar ainda mais nesse assunto? Gravei um vídeo no YouTube com exemplos reais meus e de pacientes.
👉 Clique aqui para assistir
Reflexões após perder duas pessoas queridas nessa semana.
Entre o primeiro e o último respiro da vida, quem somos nós?
Queridos, o e-mail de hoje será muito reflexivo. De forma alguma quero provocar mal estar, MUITO pelo contrário! É justamente nesses momentos de tanta fragilidade que a vida pode ressurgir a partir da nossa centelha.
Em um curto espaço de dias perdi duas parentes. A irmã mais nova da minha madrasta, que tinha minha idade. E a irmã mais nova do meu primo, esposo da minha prima, na verdade. Também, com a minha idade. Ambas com filhos com a idade da minha filha. E minha mãe, quando faleceu, tinha também a minha idade.
Quando coisas assim acontecem a gente pode sentir tudo. Mas duas emoções costumam ser predominantes: o medo e o refazimento.
Eu tive meu segundo filho com 40 anos. Pouco após o nascimento do Victor tive um piripaque de pressão alta. Morri de medo de morrer! 40 anos me lembrava a passagem da minha mãe. Fazer 40 anos mexeu MUITO comigo. Ter o segundo filho mexeu MUITO comigo. Quando a gente vira mãe, um monte de medos novos aparecem pois, instintivamente, sabemos que aquele ser depende de nós. Não-depende-mas-depende! Outra pessoa pode criar! Eu sei. Mas sei também como é sobreviver SEM a presença materna.
Portanto, sobre o medo e o refazimento.
Naturalmente, diante da perda de pessoas queridas, que estavam vivendo – como costumamos dizer – no auge de suas vidas, a gente sente o luto, o medo, a constatação de que não sabemos nem controlamos muitas coisas nessa vida… abre-se em seguida a porta do refazimento. Que eu chamo de sentimento pois é como um chamado.
Como se a nossa centelha divina mostrasse pra gente: olha, você está aqui ainda! Vamos viver? Viver bem?
Eu acredito que todos nós da família “Hoje Eu Me Sinto” caminhamos nessa mesma estrada. Onde procuramos viver o melhor! Simplesmente porque é melhor ser alegre que ser triste!
Uma frase que sempre ouço da Paula Quintão, estava rondando minha mente hoje: Se não tem no seu dia, não tem na sua vida!
Então, a reflexão que tem me visitado, é essa clássica! Será que aquelas preocupações cotidianas valem mesmo tomar tanto espaço dentro de nós?
Quando eu tive o piripaque da pressão, como sou especialista em metafísica e somatização, eu sabia exatamente o que meu corpo estava me mostrando! Além de tudo o que contei acima, eu estava em uma fase com muitas preocupações, em vários outros setores da minha vida. E, sabe quando você vai empurrando com a barriga? Pois então… eu estava vivendo uma fase de que coisas não estavam funcionando e eu, me sentia impotente diante delas, e fui me espremendo… até colapsar!
Graças a Deus sobrevivi para contar a história e, gradativamente, nesses 2 últimos anos, tenho vivido de forma MUITO empenhada nessa estrada de amor, amor próprio, de leveza, de dar atenção ao que realmente vale a pena, de medir com muito cuidado e carinho cada um nos meus passos. SENTINDO de fato o que meu coração me mostra.
Como vocês sabem, nesse momento estou recebendo meus novos alunos no Colegiado da Vida – minha escola de terapeutas! – e o que mais tem me chamado atenção é que, as escolhas que eu fiz e beneficiaram a minha vida, são justamente as estradas que meus alunos – maioria alunas! – buscam percorrer!
- Mais tempo com os filhos
- Independência financeira
- Horário flexível
- Trabalhar com algo muito maravilhoso
- Criar uma nova profissão do zero, com retorno muito rápido
- Fazer uma transição de carreira
- Uma nova ocupação na aposentadoria
- Estudar profundamente uma paixão!
- Etc
Quantas vezes a gente constata que desejamos muito uma mudança mas, deixamos para depois. Para uma outra fase.
Claro, queridos, tem momento que não é a hora mesmo!
Mas falo aqui de coisas que nos trazem infelicidade, que precisamos mudar mas, não começamos a dar o primeiro passo… nunca.
Eu espero que, caso você esteja precisando de uma luz, que esse e-mail te ajude com as reflexões pertinentes, para aquilo que for mais alinhado com a sua Alma!
E se você quiser estar conosco esse ano no Colegiado, eu te recebo com todo meu AMOR!
A vida é sobre COMO vivemos, muito mais do que – o quê vivemos.
Um beijo gigante!
Dri
Aqui está o site do Colegiado, com todos os detalhes do curso!
Sua nova carreira pode começar HOJE! E com o investimento de menos do que UMA pizza por mês!
Vem!
Florais para Crianças: Como Cuidar das Emoções dos Pequenos (e de Toda a Família)
Olá, meus queridos!
Há muito tempo eu sentia vontade de trazer esse conteúdo tão especial: uma série sobre como lidar com nossas crianças através da terapia com Florais. E ela finalmente começou!
Se você é mãe, pai, avó, cuidador ou educador, e se preocupa com o bem-estar emocional dos pequenos, essa série é para você.
Read MoreA Liberdade Sonhada na Infância: Reflexões Sobre Crescer e Se Encontrar
Quando eu era criança, meu maior sonho era ser adulta. Sim, pode rir junto comigo! Hahahaha. Mas calma, deixa eu explicar melhor essa história…
Eu fui filha única até os 10 anos, com uma mãe extremamente amorosa e presente, e um pai igualmente carinhoso. Eles viviam para mim, dedicavam cada momento ao meu bem-estar. E eu? Eu só queria ser livre.
Minha mãe era super caseira. Nossos passeios se resumiam a visitas na casa dos meus avós nos fins de semana, e a uma viagem anual para a praia ou o interior de São Paulo. Meu pai, por outro lado, era mais sociável, mas acabou se moldando ao estilo da minha mãe, se tornando mais recluso. Mesmo assim, quando criança, adorava os momentos com ele – lavando o carro, comendo pizza na padaria. Ele era vendedor, mas parecia vereador de tão popular! Um bom taurino, amigo de todo mundo.
Read MoreQuando a Angústia Vem Pela Manhã
Olá, meus queridos,
Hoje, durante uma conversa com uma paciente muito querida, ela compartilhou algo que me tocou profundamente — e que acredito que pode tocar você também.
Ela me disse:
“Dri, estou cansada de acordar todos os dias angustiada.”
Perguntei o motivo dessa angústia.
E a resposta veio assim, como um desabafo de alma:
