Hoje quero trazer para o nosso café a história da culpa. Do aperto no peito. De quando as coisas não vão bem. Quando há um dia cinza – lá fora pela janela, ou dentro do seu coração – e a gente não sabe mais como iluminar as situações.

Vamos tentar classificar um pouco melhor os cenários.

Existem momentos, fases, que são difíceis. Mas eles passam. E o Sol volta a brilhar, naturalmente. Assim como o inverno dá espaço para a primavera.

Mas existem também padrões. Padrões que nascem daquelas crises que não passaram. De dores mal cuidadas. 

Pode acontecer que uma fase difícil se transforme no seu novo modelo de vida. A gente vai empurrando com a barriga. Deixando para acertar em um outro momento. E quando vai ver… aquilo se transformou em uma montanha tão grande, que a gente não faz ideia de como sair dali.

A gente pode ignorar isso por bastante tempo. Mas sabemos bem que não está tudo bem.

Tomar consciência desse estado ruim é a porta que se revela como saída.

Porém, muitas vezes, essa tomada de consciência… mesmo com uma grande vontade de mudar, vem acompanhada de CULPA.

Culpa. Arrependimento. Cobrança. Uma dor intensa que diz: “isso poderia ter sido tão diferente… mas não foi. E eu me torturo por não ter tido a sabedoria ou a força para fazer diferente.”

A gente quer sair do labirinto mas não consegue. A culpa é uma ratoeira que nos puxa pelo rabo!

É quase que como um argumento inconsciente de quem sabe que fez algo errado, mas não teve a intenção. 

E então a culpa vem com uma tentativa de justificativa para nos isentar da punição. 

Mas a punição já está presente! A dor de não aceitar o que foi, ou o que é, é punição mais do que suficiente…

E como a gente sai então desse labirinto?

Se rendendo!

É. Se rendendo.

Se render é ajoelhar no chão e pedir ajuda!

Pode ser também deixar o choro lavar a dor do peito, abrindo espaço para o alívio… o recomeço.

Se render é se aceitar como imperfeito! E caminhar na vida com uma postura muito mais humilde, amorosa e em paz!

São tantos os movimentos… 

Sinta neste instante, aí no seu coração! Onde que a Alma aperta? Onde a libertação se mostra necessária?

Olha… se você estiver no clima de ir além nesse café, eu te convido a seguir o papo aqui no ​Youtube​, ou no ​Podcast​. Podemos mergulhar fundo nessa reflexão – ao meu ver – tão importante e necessária!

E para além de um café, eu quero te contar que no mês de Novembro, eu te ofereço 2 presentes:

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Eu te espero com todo meu amor! Mesmo!

Você merece virar o jogo!

Um beijo gigante,

Dri