Você sabe o que precisa fazer. Mas não consegue.

Meus queridos,

Às vezes, o que mais dói não é não saber. É saber exatamente o que deveria fazer… e não conseguir.

A gente entende que precisa soltar.

Que precisa confiar.

Que precisa pensar diferente.

Que precisa reagir melhor.

Já lemos todo tipo de livros, vídeos, estudamos espiritualidade e autoconhecimento.

Na teoria, a gente sabe!

Mas basta aquele assunto aparecer… e parece que tudo o que aprendemos, desaparece.

O medo volta.

A raiva volta.

A insegurança volta.

A mágoa volta.

A ansiedade toma conta.

E então surge uma cobrança ainda mais dolorosa:

“Depois de tudo que eu já sei, por que continuo assim, Dri?”

Talvez você já tenha se perguntado se está falhando no seu processo.

Se não evoluiu o suficiente.

Se a terapia não funcionou.

Se não tem força de vontade.

Se está fazendo alguma coisa errada.

Mas hoje, meu querido, minha querida, eu quero te convidar a olhar para isso de um jeito diferente!

Você não tá falhando!

Mas com certeza existe ainda um assunto que toca uma parte muito delicada da sua história.

E quando esse assunto aparece, você não reage apenas ao que está acontecendo agora.

Você também reage às suas memórias.

Aos seus medos.

Às crenças que construiu.

Às experiências que viveu.

Àquilo que precisou engolir.

Àquilo que nunca conseguiu compreender completamente.

Por isso existe uma diferença muito grande entre saber o que fazer e conseguir emocionalmente fazer aquilo que você sabe.

A consciência é importante.

Mas consciência, sozinha, nem sempre consegue cuidar de um machucado.

Imagine que você está preparando o almoço e corta o dedo.

Talvez o restante do seu corpo esteja perfeitamente bem.

Mas aquele pequeno machucado vai doer.

Vai sangrar.

Vai chamar a sua atenção.

Você não vai conseguir simplesmente fingir que nada aconteceu e continuar normalmente.

Primeiro, você precisa parar.

Olhar.

Limpar.

Cuidar.

Proteger.

Depois você continua.

Com as nossas emoções acontece algo muito parecido.

Às vezes existe uma “farpinha” em um ponto específico da nossa vida.

Pode ser um relacionamento.

Dinheiro.

Saúde.

Família.

Carreira.

Uma perda.

Uma decisão.

Uma memória que ainda aperta o coração.

E, porque esse ponto dói tanto, ele começa a ocupar toda a nossa visão.

Então dizemos:

“Nada dá certo para mim.”

“Minha vida não vai para frente.”

“Eu não consigo mudar.”

Mas será que realmente é tudo?

Ou será que existe um assunto doendo tanto que você já não consegue perceber tudo aquilo que também está funcionando?

Não generalize a sua vida! Por favor!

E, principalmente, não generalize você.

Você não é apenas esse problema.

Você não é apenas essa reação.

Você não é apenas essa parte que ainda não conseguiu superar.

Você é composto por muitas histórias, capacidades, memórias, conquistas e partes.

Talvez exista apenas uma delas pedindo mais atenção agora.

E aquilo que pede atenção não melhora quando é atacado.

Não melhora quando você se chama de fraco.

Não melhora quando você se obriga a pensar positivo enquanto, por dentro, alguma coisa continua chorando.

É como uma criança.

Se ela está chorando, não adianta mandar que pare.

Não adianta ignorar.

Não adianta brigar.

Talvez ela esteja apenas precisando que alguém olhe para ela e diga:

“Eu vejo você.”

“Eu sei que está doendo.”

“Vamos cuidar disso juntos.”

Então hoje eu quero te fazer uma pergunta:

Qual é o assunto que você precisa parar de tentar resolver à força e começar a cuidar com amor?

Talvez você saiba exatamente qual é.

Talvez seja algo que você já pensa há meses…

Talvez você ainda não tenha coragem de contar para ninguém.

Talvez você já tenha falado sobre isso muitas vezes, mas perceba que existe uma camada nova se revelando.

Ou talvez você saiba qual é o problema, mas simplesmente não saiba mais por onde começar.

E é justamente nesse ponto que eu quero te lembrar: você não precisa resolver tudo sozinho!

O Mapa da Alma é um atendimento individual e gravado, feito a partir da sua história e daquilo que você está vivendo neste momento.

Você pode chegar com a pergunta.

Com a dúvida.

Com o medo.

Com a confusão.

Pode chegar dizendo:

“Dri, eu sei o que está acontecendo, mas não sei como lidar.”

Ou:

“Eu nem consigo compreender por que isso mexe tanto comigo.”

No Mapa da Alma, eu acesso os seus Registros Akáshicos e a orientação da sua alma, da sua centelha, do seu espírito.

Nós buscamos a raiz desse ponto.

Compreendemos por que ele surgiu.

O que está mantendo você preso.

O que você ainda não está conseguindo enxergar.

E qual é a direção mais amorosa e coerente para seguir.

Durante o atendimento, também trabalho energeticamente as crenças, bloqueios e padrões que estiverem dificultando esse caminho.

E você recebe uma fórmula floral personalizada para ajudar a sustentar emocionalmente tudo aquilo que foi aberto e compreendido.

Não é mais um conteúdo para você estudar.

Não é mais uma obrigação!

É um espaço para receber ajuda! Eu cuido pra você através do seu Eu Superior!

Porque, às vezes, você já sabe muita coisa.

Só está cansado demais, envolvido demais ou machucado demais para conseguir ouvir sozinho aquilo que a sua alma está tentando mostrar…

Se existe um assunto muito difícil ocupando a sua cabeça e o seu coração neste momento, talvez tenha chegado a hora de olhar para ele com ajuda, amor e profundidade.

Todas as informações sobre o Mapa da Alma estão no link abaixo:

​Quero o meu, Dri!​ <<<

Será uma honra cuidar desse ponto com você!

Um beijo,

Dri

P.S.: Você não precisa esperar que esse problema fique ainda maior para pedir ajuda. Às vezes, o primeiro movimento de transformação é simplesmente reconhecer: “Eu não estou conseguindo lidar com isso sozinho.” Me escreva e a gente conversa!

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